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Um dos grandes nomes da música goiana e do crimeia leste, Gilmaré!

Atualizado: 5 de dez. de 2023

Crimeia leste e sua cultura efervescente, sempre revelou artstistas talentosíssimos e um deles é o nosso querido Gilamré.

Convido a todos vocês para essa entrevista super agradável e mais do que isso, crimeense.



Como foi dado o processo de Gilmar para Gilmaré e a influência do St. Crimeia Leste em sua vida artística?


Bom! Eu Gilmar nasci de parteira na Macambira, uma favela ali onde hoje é o St. Pedro Ludovico, minha mãe tinha um lote lá. Meu pai convenceu a minha mãe a vender esse lote, comprar uma geladeira e montar um bar na praça do botafogo no St. Vila Nova, minha mãe fez isso e meu pai alugou o local do bar e morávamos no porão do bar.


Depois dali meu pai alugou um barraco tipo kitinet na vila Viana, deixou minha mãe eu e meu irmão e viajou pra Porangatu, dizendo que ia trabalhar lá e mandar dinheiro pra minha mãe.


Nos abandonou deixando a minha mãe com dívidas do aluguel, alimentação e em dificuldades. Então minha mãe alugou um Barracão no St. Criméia Leste, na casa do seu Emiliano, pai do Pitoca, esposo da Maria, mãe do Claudio Elias, o meu irmão Moisés nasceu na maternidade dona Lourdes enquanto morávamos lá na casa do seu Emiliano.


Depois de lá nós fomos morar na casa do Walter lá mais embaixo perto da mata do véi Abílio, éramos vizinhos do Lução pai do Luçinho e também éramos vizinhos da Ivone que tornou-se alcoolatra por uma desilusão amorosa, não esqueço nunca que meu pai não gostava da Ivone, porque ela havia pego uma galinha dele, matado e comido descaradamente; uma vez eu comentei isso com ela e ela me disse sorrindo: "Eu matei mesmo eu tava com fome uai... rsrs".

Já a minha mãe tinha uma mágoa com a Santinha, uma vizinha da esquina, pois quando minha mãe deu a luz ao meu irmão a Santinha falou: "A cachorra pariu!"

Minha mãe proibia eu e meu irmão de brincar com os filhos da Santinha, o Sandro e os meninos, a Santinha era desaforada e minha mãe não queria rebaixar ao nível de loucura da Santinha que era o capeta, já o marido dela e os filhos eram pessoas normais, gente muito boa! Eu não deixava que isso influenciasse em nossa amizade. E foi ali na casa do seu Valter que tinha uma Kombi e levava a filha dele, a Sandra todo dia pro João XXlll e me levava de carona também que eu me surpreendi com o meu pai, que chegou em casa com uma PÉ DE BODE comprada do Zino Prado que tinha uma oficina de acordeon em Goiânia.


Então quando eu tinha uns sete anos de idade o meu pai chegou em casa com uma PÉ DE BODE, eu vi de longe ele com aquela sanfoninha nas costas e ele pisou um pé no chão apiando da bicicleta, puxou a sanfoninha, fez um acorde e eu corri pra abrir o portão pra ele, e disse que eu iria aprender a tocar isso aí...

Quando o meu pai saia de casa ele deixava a sanfoninha em cima do guarda roupa e eu subia num tamborete e puxava a sanfoninha e ficava puxando o fole fazendo barulho, a pé de bode é um instrumento diatônico que quando você abre o fole ela emite uma nota e quando você fecha o fole ela emite outra nota, e eu ficava abrindo e fechando o fole e suingando nos acordes, minha mãe falava: Para com este "bestétu" ai minino!


A pé de bode é boa porque você puxa e dá um som e você volta o fole e dá outro som, então não precisa você fica mudando muito de tecla.


Eu gostava muito de futebol mas eu era muito ruim, eu ia pro campinho que tinha lá perto da ponte entre o Criméia e o Goiânia ll, na frente da casa do seu Argemiro, pai do Arnaldo e do Miguel Severiano, o Arnaldo tinha sofrido paralisia infantil e jogava com uma perna apoiando na outra, jogava melhor do que eu e o Moisés e ninguém chamava nóis pros times deles. Então eu só conseguia chamar a atenção quando eu tocava o pé de bode.


Quando aos catorze anos eu já estava namorando pra casar, eu peguei emprestado um violão do Wilsão, um violão pintado de azul ruim demais, e eu ficava criando calos nos dedos naquele violão empenado. O Wilsão me ensinou a tocar "Som de Carrilhões" e o João Paulo Bispo foi o meu primeiro professor de violão e me ensinou a tocar "Perfídia", "Moça" e outras músicas! Havia um jovem cantor de barzinho chamado Luiz, que morava perto da Soleni de Fátima na Vila MontiCelli que me vendeu um violão bom e me ensinou a tocar algumas músicas, como "Já não sei dizer se sou feliz ou não"! Foi esse violão que o meu pai quebrou na mesa na casa da Dona.


O João Bispo foi o meu primeiro professor de violão, mas ele se gabava do seu irmão que era um músico profissional que estava trabalhando cantando em São Paulo, dividindo os palcos com muitos nomes consagrados hoje na nossa MPB, Belchior, Fagner, Benito di Paula... etc, era o seu irmão Paulo. Paulo Bispo que havia sido expulso de casa também por causa do dom da música e da boêmia.


Naquele tempo havia o pessoal do samba que ficava fazendo roda de samba no bar do pai do "Zé do bar", quem comandava a roda de samba era o Francis e outros amigos do Luiz irmão da Dione e Dagmar. Nessas rodas de samba o irmão do seu Olintão e é claro muitos outros que eu estou esquecendo agora.


Então mais ou menos em 1979, chegou o Paulo Bispo de São Paulo com uma bagagem de bossa nova, samba e o melhor da MPB pra agitar as noites do Crimeia Leste e de Goiânia! Paulo Bispo era Lindo! Juntos com o Zé Titom Tom, baixista Zé Antônio.


Paulo Bispo chegou de São Paulo e começou a agitar na cidade, e pra onde ele ia muitas das vezes ele me levava junto, pra ajudar ele a montar a aparelhagem e dar uma canja nos intervalos das apresentações dele. Paulo Bispo me ensinou a tocar e a cantar na aparelhagem dele, nos shows dele pelos botecos! Eu cantava e depois ficava falando, me justificando no microfone e ele me disse que era pra só cantar e não ficar falando e se justificando o tempo inteiro no microfone.


E assim eu fui aprendendo a me comportar no palco, mas eu não gosto do meu nome de batismo Gilmar! Gosto de Gil, e desse existencialismo É...


Então quando alguém me via cantando eu não sabia definir o meu nome artístico e ficou assim Gilmar é... Gilmaré SFerreira.


Quando alguém me via cantando e perguntava o meu nome artístico eu respondia Gilmar é SFerreira, Gilmaré SFerreira...


Como começou? Qual sua principal inspiração?


Comecei tocando a sanfoninha pé de bode que o meu pai comprou do Zino Prado. Eu não tocava sério, eu fazia barulho em casa e irritava muito a minha mãe, que falava pra mim parar com aquele "bestétu"! A sanfoninha pé de bode é que foi a minha primeira inspiração! Depois é claro eu comecei a aprender a cantar dando canja nos Shows do Paulo Bispo.


Eu e o Paulo Bispo participamos juntos em um Festival de Música de Pirenópolis mais ou menos no ano de 1981, eu com as músicas "Grito de Luta Contra Censura" de Paulo Bispo e Gilmaré e "Paz amor e mel" de Gilmaré. Também participei do Festival COMUNICASOM mais ou menos no Ano de 1981 com a música "Paz, Amor e Mel. Depois disso continuei indo para os festivais.


No COMUNICASOM havia 150 músicas inscritas e eu era a centésima quinquagésima música a ser inscrita e a última a ser apresentada. Lá no COMUNICASOM eu conheci a Vanda, o Adauto e uma turma grande que já estava na estrada a muito tempo.



Como a poesia entrou em sua vida?


Já a poesia veio em minhas veias através das estórias que minha mãe me contava.


Contos de assombração, vida difícil no sertão da Bahia. Cantigas de ninar, livros de poesia, contos, cocos, emboladas e repentes do meu pai.


E assim que eu entrei na escola João XXlll e aprendi a escrever "eu te amo", apaixonado escrevia bilhetes poéticos e entregava pras meninas! Depois de entregar os bilhetes eu ficava vermelho de timidez e expectativa de correspondência daqueles bilhetes poéticos! Mas as vezes algumas meninas riam e desdenhavam dos meus erros de ortografia!


Assim se deu o rebento da veia poética.

Depois eu tentava cantarolar a poesia e dizer pras meninas "olha a música que eu fiz pra você" e assim foi, até que eu conheci pessoas que escreviam contos e poesias que também fizeram parte da minha interação e inspiração.


Depois influenciado pelo contos de minha mãe eu comecei a musicar poemas de estilo variados como o "Fluindo Homem" que eu fiz em Brasília em 1983;


Estava esquecendo de dizer que em 1983 eu fui trabalhar no Jornal Gazeta Mercantil em Brasília e me matriculei na Escola de Música de Brasília, estudei viola caipira de 86 até o ano de 1989.


Lá em Brasília eu conheci um homem que não tinha braços nem pernas, era cego mudo e surdo e pedia esmola na rodoviária de Brasília, então eu entendi que o ser humano é invisível como Deus! Foi quando eu fiz o poema "Fluindo Homem" que ganhou o primeiro lugar no Festival de Monte Alegre de Goiás! O meu pai tinha muitos livretos de literatura de cordel; "Coco verde e Melancia" "A chegada de Lampião no céu" e muitos outras literatura que me inspiraram a poesia!


Até que em 1989 no festival de poesia promovido pelo Poeta Pio Vargas da Secretaria de Cultura de Goiânia, no bar Espaço Cultural O Corujão, no st Criméia Leste eu me inscrevi no festival e conheci o poeta Pio Vargas, que me disse que gostou demais das letras das músicas do "Pensafalamentos" e que eu era poeta, eu disse a ele que eu escrevia letras de músicas e não páginas de livros, ele disse que ia publicar as minhas poesias musicadas em sua "Editora PORRANENHUMA" da "Coleção DIVAGAR E SEMPRE" um livreto em arte xerox, então eu fiquei muito feliz e comecei a me dedicar e escrever mais poesia, sem o compromisso de musicalização, então nasceu o Pensafalamentos, o Tiragosto de poesia, outro livro, "Goiânia em Olhos Sobre Tela da Prosa e da Poesia", "Cardápio de Poesia" e outros projetos para serem publicados!


Estudei Composição Manual e artes gráficas no SENAI e me tornei arte finalista, o que me ajudou muito na execução da feitura do meu livro Tira Gosto de Poesia.


Quais das suas obras você considera que melhor te representam como artista?


A música "Minha Cabeça Nada Tem e Nada Faz", me representa bem no que diz nada tem porque eu não assimilo e não deixo entrar na minha cabeça, acho que assim rebelde e reacionariamente agindo é que se é possível pensar fora da caixa da minha caixola. Outra obra é o "Pensafalamentos" que inclui muitos poemas que considero umas reflexões frutos do meu existencialismo e uma retórica de todas as minhas influências psicofilosofica.


Tenho também o livro "Tiragosto de Poesia" que representa um trabalho popular. Tudo isso sem deixar esquecer as minhas influências e a herança da veia artística nordestina!


Qual foi a repercussão da canção “Minha cabeça nada tem, nada faz” em seu trabalho?


"Minha cabeça nada tem e nada faz" mesmo sem ter sido gravada, tornou-se a música mais pedida nos shows que eu fazia. Por ser uma música muito simpática todos queriam, se tornaram adeptos e diziam que a cabeça deles também "nada tinha e nada fazia". Essa música se tornou uma referência a Gilmaré SFerreira contra cultura!

Como foi lançar o livro “Tira gosto de poesia”? E qual foi o processo criativo deste livro?


O livro Tiragosto de poesia foi um milagre de edição.


Assim que o poeta Pio Vargas faleceu eu peguei os rascunhos do livro "Tira-Gosto de Poesia" e reuni tudo em arquivo PDF, levei pro Ricardo Pereira produzir para mim e organizar tudo no programa Corel Draw. Fiz os desenhos de capa de cada poema a lápis no formato de tela 50cm por 80cm, e levei para o artista do St Crimeia Leste Claudio Elias pintar em óleo sobre tela mais de quatorze telas, e o Claudio fez pra mim esse enorme trabalho com muito carinho, estou devendo pro resto da vida essa generosidade do meu amigo irmão de criação Claudio Elias, filho da Maria e do Pitoca.


Depois fui até a gráfica de um outro grande amigo meu, o Luizão Santana que imprimiu 1000 cópias do Livro pra mim com capa colorida e emplastificada. Eu fui atrás de patrocinadores para o Fotolito da capa e para as chapas, tintas e impressão, o Luizão patrocinou a impressão do livro "Tira-Gosto de Poesia" com muito carinho e generosidade, concluímos toda a impressão no ano 2000!


Além do patrocínio do Luizão da Gráfica eu recebi o patrocínio de muitos amigos do St. Crimeia Leste e outros.


Qual impacto teve o festival juriti na sua carreira?


Eu estou com o Festival Juriti desde os primeiros eventos quando tinha o Festival de pipa e a gente trazia as crianças pras soltar pipa, hoje as crianças já trazem suas crianças para participar da festa, tinha apresentação de quadrilhas e festa na Roça, sempre com bons animadores e atrações artísticas de várias áreas. O festival Juriti sempre promoveu a interação dos bairros e da vizinhança dando sempre uma oportunidade para manifestações culturais. Eu não podia ficar fora do festival pois apesar de hoje morar em outro bairro eu sempre estive presente com os meus amigos da minha infância, adolescência e juventude eterna.


Sempre que eu ficava sabendo que ia acontecer o Festival Juriti eu era impactado e me sentia muito inspirado pra compor novos trabalhos para me inscrever, ficava visitando outros artistas e divulgando o evento pra eles se inscreverem, muitas vezes eles não tinham material pra inscrever então eu dispunha do meu material e deixava eles inscreverem obras minhas no nome deles, só pra continuar com a alegria de festejar com muitas participações o nosso Festival Juriti.


Eu já participei do Festival Juriti apresentando com shows de MPB, Forró, mas o que mais me impactou foi eu ter me inscrito para concorrer na área de poesia, quando eu me inscrevi e fui selecionado com o poema "Espectro de Húmus Sapiens" eu me transfigurei e me dediquei para compor e interpretar da maneira mais arrojada possível um poema alienígena numa encenação híbrida, uma mistura de humanidade e outras existências.


E quando eu estava já dando uma entrevista como o vencedor do festival, eu ouvi alguém dizer que o meu poema era o poema do ET, então eu não gostei e afrouxei na interpretação e perdi pontos na Encenação, e em vez de ganhar o primeiro lugar eu ganhei em segundo lugar. Mas eu não queria passar essa idéia tendenciosa de invasão alienígena do corpo do poeta Gilmaré o ET que declamou e encenou o poema e o alienígena ganhou!



Eu não queria isso, eu queria que o poema falasse por si, letra que mata e poeta que transfigura na linguagem híbrida alienígena que é a humanidade!


Então ganhei em segundo lugar e fiquei me achando O CARA


O poeta do Juriti, passarinho humano que voa!!


Yéh Yéh Yéeh


Como concorrente eu já me inscrevi várias vezes, concorri e ganhei uma vez na área de poesia, mas na área de música eu já me inscrevi várias vezes e nunca fui selecionado! Eu não sei o que acontece com a minha inscrição na área de música que eu não sou selecionado! Não sei se existe algum erro quando me inscrevo ou se é a curadoria do festival que vê alguma coisa que me elimina, eu não sei o que é que acontece. Talvez seja porque eu sou idoso e só componho coisa "atoa na vida pra ver a banda passar" no festival Juriti e não passo pela curadoria de música!


Como a pandemia impactou seu trabalho e sua vida?


Essa peste veio pra desbancar todo os nossos projetos de futuro.


Eu fui contaminado com o COVID19 bem no início mesmo e cai desmaiado aqui em casa sozinho, me levantei e aos poucos fui me recuperando, mas em agosto de 2020 eu fui internado e quase morri de COVID! Passei dez dias internado, emagreci uns 12 quilos, não conseguia andar dentro do quarto do hospital, tive trombose, tive diabetes, fiquei todo tempo internado sem dormir pois se eu dormisse eu teria uma parada respiratória, pois eu tenho apnéia séria, tive os pulmões comprometidos pois sou asmático e alérgico! Então cada inspiração e expiração era um; Glória a Deus!! ... de gratidão! Mas a falta de oxigênio no cérebro estava me causando delírios, então eu fui acompanhado por psicólogos no hospital que me encaminharam para um psiquiatra e fui medicado. Senti três meses de fraqueza e constante impressão de que eu poderia morrer a qualquer momento, até me recuperar totalmente. Agora eu já tomei as duas doses da vacina da Pfiser e sempre tive reações, passo muito mal, fico acamado mas me recupero sempre! Agora estou bem graças a Deus mas sempre usando máscara e guardando o distanciamento, sempre!


Essa peste veio para mudar o nosso cenário e nos configurar noutra realidade. Agora somos obrigados a entender sobre mídias e redes sociais para embarcarmos a navegar na Internet e estarmos dentro do novo sistema de trabalho a distância pelas redes sociais.



Nos fale um pouco sobre os novos trabalhos que vem por aí e qual a sua projeção para o futuro?


Eu não sei o que seria falar sobre novos trabalhos e projeções para o futuro. Hoje tudo está tão diferente que quando eu reúno com a banda pra passarmos um som, alguns membros tem o desejo de se apresentar em algum programa de televisão, outro de tocar em algum lugar, e eu sempre afirmo pra eles que estamos ensaiando pra gravarmos um bom vídeo para postarmos em nossas páginas e aprendermos a ganhar algum patrocínio através das redes sociais,mas o projeto é enxugar, preparar, ordenar e produzir os trabalhos que já estão criados e adapta-los aos novos tempos e colocar elementos novos nas composições.

Hoje temos que estudar muito mais pra conseguir gradear as nossas projeções! Não precisamos mais alugar um estúdio e nos deslocar pra fazermos uma grande turnê, podemos visualizar e sermos visualizados sem ter que sair de casa.


Hoje o que está valendo é um espetáculo bem produzido isso, é bem executado e se possível ao vivo que provoque visualizações, curtidas, comentários e patrocínios.


Eu tenho vários projetos.


Reeditar e Lançar o livro PENSAFALAMENTOS dessa vez em outro formato, também lançar um outro livro que escrevi depois do Tiragosto de poesia, o "Cardápio de Poesia", também lançar o livro "Goiânia em olhos sobretela da prosa e da poesia", organizar um EP das músicas do CD Pensafalamentos.


Colocar outro projeto de músicas do "CD Vitrines do Brasil" nos projetos das leis de incentivo à cultura. Também tenho vários projetos que estão precisando de encaminhamento pra algum destino cultural; coisas que temos que revisar, aproveitar, produzir ou descartar.


Muito Obrigado por essa maravilhosa entrevista, um relato de vida tão interesante que hoje podemos apreciar aqui no blog. Pra finalizar aproveitem e escutem um pouco de GILMARÉ!


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